Na verdade, meu motivo para postar hoje no blog não é sobre a chuva em si, mas sobre suas consequências. Quem imaginaria que uma das mais de 130 pessoas que morreram soterradas ou de qualquer outra maneira nessa chuva seria uma das pessoas com quem pouco convivi, mas a quem pertencia um sorriso e uma simpatia contagiante.
Ao sair de casa para assistir " Shutter Island" (primeiro filme que vi de Scorcese no cinema,repito: NO CINEMA, significando não em geral) deparei-me, como de costume, com Edílson, não o jogador, mas meu porteiro. Nada de incomum, até, como costuma o carioca, começarmos a bater papo. Como não podia deixar de ser, falávamos sobre a chuva. Bastou uma frase para que minha expressão, no momento sorridente, mudasse.
Faz algumas várias horas em que recebi o comunicado, mas até esse instante não consigo parar de pensar em como uma pessoa tão radiante pode ir assim, de forma tão trágica. Desejo a sua família (agora menor, pois se foram também duas de suas filhas) e a seus amigos muito força, pois se eu estou incrédula, não consigo imaginar como estarão.
Que ela esteja em um lugar melhor.
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